sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
POETAS BRASILEIROS BRINDAM O ANO NOVO COM POEMAS
POETAS BRASILEIROS BRINDAM O ANO NOVO...
Nesse primeiro vídeo poetas dos estados do Amazonas,Pará,Ceará,Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Brasília brindam com poemas e prosas sobre o Ano Novo o ano de 2012 que se inicia...
Os outros estados terão continuidade em outros vídeos...
Paz, Saúde e Sucesso para todos!
Carmen Cecilia
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
GRÉCIA - ILHAS GREGAS - PALEA KAMENI SANTORINE
GRÉCIA - ILHAS GREGAS - PALEA KAMENI SANTORINE
VIDEO: CARMEN CECILIA
FOTÓGRAFO: ROBERTO MATHEUS GREECE - GREEK ISLANDS - SANTORINI PHOTOS PALEA KAMENIΕΛΛΆΔΑΣΑΝΤΟΡΙΝΗ Παλαιά ΚαμένηΕΛΛΗΝΙΚΑ ΝΗΣΙΑ
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Conselho...
Não te aflijas...
Corrija...
Somente reflita...
Siga teus instintos
Adentre labirintos
Equilibre-se...
E calibre
Teus temores
Teus ardores
Amores que vão
Amores que vem
Questione...
E até revolucione
Tudo a tua volta
Sem revolta...
E solte-se...
Envolva-se
Por paz...
Por mais...
Mais amor...
Mais calor...
Mais sabor
E menos dor...
Menos erros...
E destemperos
Pintou-se a insegurança
É hora de mudança...
Seja e dê
O teu melhor...
A tua cor...
Lembre uma flor
Por onde for...
E caminhe
Encaminhe...
Seja e dê
Alegria...
Alegria de viver...
Carmem Cecilia
04/08/2011
Favor manter a autoria do poema.
Favor manter a autoria do poema.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
SEM MEDIDA - VÍDEO POEMA DE AMOR
SEM MEDIDA
Meu amor por ti é sem medida
Não tem nada de comedido
Ou de arrependido
Você é meu sexto sentido em todos os sentidos
Não tem nada de comedido
Ou de arrependido
Você é meu sexto sentido em todos os sentidos
Não há distancia, pois nada nos distancia
Nem ao menos a geografia
Buscamo-nos a cada momento
Seja na fotografia ou no pensamento
Nem ao menos a geografia
Buscamo-nos a cada momento
Seja na fotografia ou no pensamento
Temos ligações cármicas.
Não importa se atravessamos o Atlântico
Nossos beijos têm o gosto salgado
Do oceano e do rosto de lágrimas molhado
Não importa se atravessamos o Atlântico
Nossos beijos têm o gosto salgado
Do oceano e do rosto de lágrimas molhado
Visualizo a todo instante teu ser
E tu vens como num sopro me rever
Nossos corpos unem-se num intenso prazer
Pois a alma nos enleva e tudo releva
E tu vens como num sopro me rever
Nossos corpos unem-se num intenso prazer
Pois a alma nos enleva e tudo releva
E assim nos buscamos a cada instante
E nessa telepatia freqüente
Vamos seguindo em frente
Até sermos um do outro novamente.
E nessa telepatia freqüente
Vamos seguindo em frente
Até sermos um do outro novamente.
Para sempre doravante!
Carmen Cecília
PORTUGAL - JARDIM DA EUROPA A BEIRA MAR PLANTADO
Obrigado, Portugal!
Rio de Janeiro
A gentileza humana parece ter feito seu último reduto em Portugal. E quando eu falo em gentileza, dou-lhe quase a acepção medieval de amor cortês, de medida, de mesura. É um povo que não levanta a voz, e ninguém pense que por covardia, mas por uma boa educação instintiva e um senso de afetividade. Essa desagradável invenção moderna, o berro, não encontra forma vocal na garganta de um português. Hitler, Mussolini ou Lyndon Johnson jamais poderiam governar esse "jardim d'Europa à beira-mar plantado", onde se fala baixo, ama-se com fervor e chora-se nas despedidas.
Essa tristeza, de que nós brasileiros somos os novos legatários, tem uma ancestralidade que vem de muitas dominações, muita submissão forçada, muito fatalismo histórico e geográfico. Povo afeito às guerras - ainda hoje as mantém no Ultramar - parece ele sofrer de um silencioso heroísmo na paz, como se a Desgraça, essa invisível espada de Dâmocles lenta e diariamente forjada pelo Destino, pudesse a qualquer momento cair-lhe sobre a cabeça. Quase humilde no trato pessoal, logo verificará quem o conhecer melhor que não se trata de servilismo, e sim de uma necessidade de não fazer vibrar além do necessário os frágeis fios que suspendem imanentemente os Maus Fados sobre sua existência. E é talvez por esse motivo que seus bons fados também são tristes, sempre a carpir as penas do viver e do amar.
Eu confesso que depois desta minha última viagem, e de um contato intermitente de três meses com sua gente, Portugal seria o único país da Europa onde eu poderia viver fora do Brasil: com eventuais incursões à Itália. Que adiantam o superdesenvolvimento e a kultura (assim mesmo com k) de um povo, como dois ou três que eu conheço, se neles a relação humana torna-se cada dia mais difícil e indesejável diante de um outro tipo de ignorância bem mais perigoso a longo prazo, como esse da reserva e falta de diálogo; da submissão a preconceitos econômicos falsos na verdadeira escala de valores; do aburguesamento progressivo e da mesmificação do mais pessoal dos meios de comunicação, que é a linguagem? Que qualidade é mais a prezar no ser humano, se não for a gentileza, o gosto de conviver, a boa vontade em cooperar, em socorrer, em dar-se um pouco em tudo o que se faz, desde trabalhar a amar, desde comer a cantar, desde criar no plano intelectual a fazer no plano industrial ou agrícola?
Obrigado, Portugal! No contato de tuas gentes, teus escritores e teus artistas, teus estudantes e teus simples - teu povinho das brancas aldeias! - eu senti que há ainda muito isso que cada dia mais falta ao mundo: carinho e sinceridade. Represados, talvez, nas latentes como o sangue sob a pele, e prontos a romper a crosta criada a duras penas, ao longo de um passado tão cheio de sacrifícios e infortúnios.
Obrigado, Lisboa, terra tão boa, gente tão gente, casas tão casas, amigos tão como já não se encontra. Obrigado, Coimbra que me recebeste em tua Academia e em teu Convívio e que me puseste uma velha capa sobre os ombros. Obrigado, Porto, onde teus estudantes quiseram não me deixar trabalhar em boate, porque não sabem ainda que a poesia e a canção têm de estar em toda parte (mas obrigado pelo gesto, estudantes do Porto!). Obrigado, Óbidos, que pareces feita no céu, tão linda e pura como uma avozinha menina que ainda usasse flores silvestres na cabeça. Obrigado, Évora, mãe alentejana de Ouro Preto, cidade onde mais que nenhuma outra se sente o Brasil colonial, o Brasil do Aleijadinho, cidade perfeita de gentil austeridade. Obrigado, Monserraz, que, esta não quero ver nunca mais porque se a ela voltar nela hei de ficar, entre seus muros brancos e seus homens e mulheres do mais franco olhar. Obrigado,Portugal. Resta sempre uma esperança. Eu voltarei.
Essa tristeza, de que nós brasileiros somos os novos legatários, tem uma ancestralidade que vem de muitas dominações, muita submissão forçada, muito fatalismo histórico e geográfico. Povo afeito às guerras - ainda hoje as mantém no Ultramar - parece ele sofrer de um silencioso heroísmo na paz, como se a Desgraça, essa invisível espada de Dâmocles lenta e diariamente forjada pelo Destino, pudesse a qualquer momento cair-lhe sobre a cabeça. Quase humilde no trato pessoal, logo verificará quem o conhecer melhor que não se trata de servilismo, e sim de uma necessidade de não fazer vibrar além do necessário os frágeis fios que suspendem imanentemente os Maus Fados sobre sua existência. E é talvez por esse motivo que seus bons fados também são tristes, sempre a carpir as penas do viver e do amar.
Eu confesso que depois desta minha última viagem, e de um contato intermitente de três meses com sua gente, Portugal seria o único país da Europa onde eu poderia viver fora do Brasil: com eventuais incursões à Itália. Que adiantam o superdesenvolvimento e a kultura (assim mesmo com k) de um povo, como dois ou três que eu conheço, se neles a relação humana torna-se cada dia mais difícil e indesejável diante de um outro tipo de ignorância bem mais perigoso a longo prazo, como esse da reserva e falta de diálogo; da submissão a preconceitos econômicos falsos na verdadeira escala de valores; do aburguesamento progressivo e da mesmificação do mais pessoal dos meios de comunicação, que é a linguagem? Que qualidade é mais a prezar no ser humano, se não for a gentileza, o gosto de conviver, a boa vontade em cooperar, em socorrer, em dar-se um pouco em tudo o que se faz, desde trabalhar a amar, desde comer a cantar, desde criar no plano intelectual a fazer no plano industrial ou agrícola?
Obrigado, Portugal! No contato de tuas gentes, teus escritores e teus artistas, teus estudantes e teus simples - teu povinho das brancas aldeias! - eu senti que há ainda muito isso que cada dia mais falta ao mundo: carinho e sinceridade. Represados, talvez, nas latentes como o sangue sob a pele, e prontos a romper a crosta criada a duras penas, ao longo de um passado tão cheio de sacrifícios e infortúnios.
Obrigado, Lisboa, terra tão boa, gente tão gente, casas tão casas, amigos tão como já não se encontra. Obrigado, Coimbra que me recebeste em tua Academia e em teu Convívio e que me puseste uma velha capa sobre os ombros. Obrigado, Porto, onde teus estudantes quiseram não me deixar trabalhar em boate, porque não sabem ainda que a poesia e a canção têm de estar em toda parte (mas obrigado pelo gesto, estudantes do Porto!). Obrigado, Óbidos, que pareces feita no céu, tão linda e pura como uma avozinha menina que ainda usasse flores silvestres na cabeça. Obrigado, Évora, mãe alentejana de Ouro Preto, cidade onde mais que nenhuma outra se sente o Brasil colonial, o Brasil do Aleijadinho, cidade perfeita de gentil austeridade. Obrigado, Monserraz, que, esta não quero ver nunca mais porque se a ela voltar nela hei de ficar, entre seus muros brancos e seus homens e mulheres do mais franco olhar. Obrigado,Portugal. Resta sempre uma esperança. Eu voltarei.
VINICIUS DE MORAES
sábado, 23 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
AMIGO
ACRÓSTICO PARA O DIA DO AMIGO
F ica sempre do meu lado
E ri, chora comigo
L ê minha mente calado
I nstantaneamente presente
Z ela-me a todo instante
D as loucuras e travessuras
I nvariavelmente é freqüente
A h! também no silêncio e na eloqüência
D á o melhor, mesmo na dor
O u quando estamos na pior
A migo...
M eu fantástico abrigo
I nspira e deseja-me sorte
G uia que traz esperança e alegria..
O colorido de todos os dias
Carmem Cecilia
20/07/2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
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